sexta-feira, 2 de março de 2018

JERUSALÉM - CAPITAL INDIVISÍVEL DE ISRAEL


(Nesta imagem o Chanceler brasileiro Aloysio Nunes deposita flores no túmulo de Yasser Arafat, terrorista e assassino)

NOTA SOBRE O CONVITE RECEBIDO PELO MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES DO BRASIL, EM VIAGEM A ISRAEL E TERRITÓRIOS PALESTINOS, PARA INTEGRAR UM GRUPO DE NAÇÕES QUE TERIAM A INCIATIVA DE PROMOVER UM ACORDO DE PAZ ENTRE ISRAEL E OS CHAMADOS PALESTINOS.

O CAB – Conselho Apostólico Brasileiro, recentemente no Governo Temer, por duas vezes foi até o Itamaraty encontrar-se com Chanceleres brasileiros, sendo que na última vez, o atual Ministro das Relações Exteriores, Sua Excelência Sr. Aloysio Nunes, foi quem nos recebeu.
A posição da diplomacia brasileira que reconhece o direito de dois estados, um judeu e outro palestino, com a divisão da cidade de Jerusalém, como uma possível futura capital de um Estado Palestino é absolutamente contrária à nossa posição como cristãos evangélicos em nossa nação, já que reconhecemos Jerusalém como a Capital Indivisível do Estado Judaico de Israel.

Israel a ÚNICA democracia no Oriente Médio,  permite o livre acesso a cristãos e mulçumanos aos seus locais sagrados em todo Israel,  em especial em Jerusalém. Legitimamente o estado de Israel tomou o controle da parte Oriental da cidade de  Jerusalém, quando se defendia da covarde investida que os países que o cercam intentaram em 1967, na Guerra dos Seis dias.

O que se deu foi o cumprimento de Profecias Antigas e o Justo Direito ao povo do Rei que comprou a “Eira de Araúna”, o lugar mais alto do Monte Moriah, local em que Salomão filho de David, Rei de Israel, construiu um Templo ao Deus de seus pais, a cerca de 3 Mil anos atrás.

O Governo Americano declarou que vai transferir a sede de sua Embaixada em Israel para Jerusalém e este é o nosso anseio também, posição já declarada também pela República da Guatemala.

Discordamos totalmente que seja alguma honra ou que traga algum benefício para o nosso país e para o nosso povo, o convite que o Nosso Chanceler recebeu para fazer parte do grupo de países a negociar um tratado de paz entre o Estado de Israel e os chamados Palestinos, visto que esta posição do grupo que ocupa os principais postos da Diplomacia brasileira historicamente defende a solução de dois estados, porém, nós cristãos brasileiros, queremos mudar esta posição já que é contrária à nossa maneira de pensar e o nosso governo precisa refletir o pensamento do seu povo que é eminentemente cristão e aliançado com o povo de Israel eternamente.

Manifestamos nosso absoluto respeito aos que estão investidos de autoridade, porém como uma Voz Profética em nossa nação advertimos que os juízos que o Brasil tem sofrido, toda a crise econômica, moral, ética, pode ainda se agravar mais, se nos colocarmos como nação contra os planos de Deus.

Paulo de Tarso, apóstolo

Conselho Apostólico Brasileiro