segunda-feira, 26 de abril de 2010

JUBILEU DE BRASÍLIA – DECRETO APOSTÓLICO SOBRE O PODER JUDICIÁRIO



DECRETOS DE JUBILEU SOBRE O PODER JUDICIÁRIO EM NOME DE JESUS CRISTO DE NAZARÉ.


Assentados em Cristo à Destra do Pai, nas maiores alturas, muito acima de principados e potestades, do mundo espiritual da maldade, decretamos, estabelecemos, proclamamos e selamos, em Nome do Deus vivo por intermédio do Nome de YESHUA HAMASHIACH, JESUS, O UNGIDO DE DEUS, que O PODER JUDICIÁRIO da nação brasileira, será abalado em suas estruturas, e a Justiça e O Juízo que são a base do Trono de Deus se manifestarão na nação brasileira.


Em primeiro lugar nos humilhamos diante do Deus Eterno pois, perante sua face estamos, para pedir perdão porque toda a formação de nossas cidades e estados e federação, todo o nosso sistema Legal, Jurídico, político está fundado em Roma debaixo da influência do príncipe da Grécia e da filosofia e do pensamento grego, que despreza o Criador e da honra à criatura. Pedimos perdão porque em 11 de Agosto de 1827 foi fundada a primeira Escola de Direito do Brasil, as influências européias eram as mesmas, da maçonaria, de Roma e do pensamento grego e da Polis.


Pedimos perdão porque todos os profissionais do Direito em nossa nação como primeira matéria do Curso aprendem o direito Romano, mas, não aprendem nada sobre a Justiça.


Pedimos perdão porque a Justiça é tratada como um bem intangível, portanto, os magistrados, promotores e advogados, são ensinados a lidarem com as leis da nação e do povo e não se importam com as tuas leis.


Por estas coisas te pedimos perdão, mas, em Nome de Jesus Cristo de Nazaré, decretamos que assim como Jesus veio manifestar O Reino de Deus no meio do império Romano, eis-nos aqui em nossa geração, nós e os filhos que Tu, O ETERNO NOSSO DEUS, Deus de Israel que habita no Monte TZION, para manifestar a Justiça dos Céus. Para cumprir e ensinar as Tuas Palavras à nação Brasileira:


Decretamos que O Judiciário conf. Lev.: 19:15 Não farás injustiça no juízo; não farás acepção da pessoa do pobre, nem honrarás o poderoso; mas com justiça julgarás o teu próximo.


Decretamos que assim como Jesus disse a Pedro que pescasse um peixe para pagar seus impostos, nós como filhos de Deus, nos encontramos numa Jurisdição Celestial, para manifestar a Tua Justiça e a Tua equidade.


Decretamos que haverá a partir deste Jubileu confusão no arraial do inimigo, e como O Eterno move o coração dos Reis para que sua Vontade seja feita, os corações dos Magistrados de nossa nação serão movidos pela Vontade Soberana de Deus para Julgar, a causa dos simples, para fazer Justiça e para revelar O Braço Forte do Eterno.


Decretamos que um exército de Juristas se levantará entre os nossos filhos, que marcados pela Justiça do Eterno, julgarão não segundo as normas, mas executarão Justiça através das normas.


Decretamos que um novo sistema jurídico será implementado através da influência da Igreja, dos princípios do Reino e da Destra de Justiça do Nosso Pai e então os nossos Magistrados julgarão segundo a Justiça dos Céus, pela Transformação do Nosso Povo.


Decretamos que o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, será mudado, e Deus indicará os seus representantes que julgarão com equidade e Justiça e que serão os guardiões de uma Constituição impregnada da Justiça, Santidade e SHALOM do Eterno.


CONFORME AS PALAVRAS DO REI DAVID, ESTABELEÇAS A JUSTIÇA DA TUA TORAH, EM NOSSA VIDA, FAMÍLIAS, IGREJAS E NAÇÃO:


Psa 119:103-119 Oh! quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! mais doces do que o mel à minha boca. (104) Pelos teus preceitos alcanço entendimento, pelo que aborreço toda vereda de falsidade. (105) Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho. (106) Fiz juramento, e o confirmei, de guardar as tuas justas ordenanças. (107) Estou aflitíssimo; vivifica-me, ó Senhor, segundo a tua palavra. (108) Aceita, Senhor, eu te rogo, as oferendas voluntárias da minha boca, e ensina-me as tuas ordenanças. (109) Estou continuamente em perigo de vida; todavia não me esqueço da tua TORAH. (110) Os ímpios me armaram laço, contudo não me desviei dos teus preceitos. (111) Os teus testemunhos são a minha herança para sempre, pois são eles o gozo do meu coração. (112) Inclino o meu coração a cumprir os teus estatutos, para sempre, até o fim. (113) Aborreço a duplicidade, mas amo a tua TORAH. (114) Tu és o meu refúgio e o meu escudo; espero na tua palavra. (115) Apartai-vos de mim, malfeitores, para que eu guarde os mandamentos do meu Deus. (116) Ampara-me conforme a tua palavra, para que eu viva; e não permitas que eu seja envergonhado na minha esperança. (117) Sustenta-me, e serei salvo, e de contínuo terei respeito aos teus estatutos. (118) Desprezas todos os que se desviam dos teus estatutos, pois a astúcia deles é falsidade. (119) Deitas fora, como escória, todos os ímpios da terra; pelo que amo os teus testemunhos.


Decretamos isso, neste ano de Jubileu e que se revoguem todas as disposições contrárias em NOME DE JESUS CRISTO DE NAZARÉ.


Responsável pelo decreto:


Paulo de Tarso, apóstolo


Igreja Apostólica Betlehem - São Paulo - SP